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    Mercado
    21/11/13

    “Quem exporta é rei”

    Entrevista com Raymundo Vianna, presidente do SINDIJOIAS de Minas Gerais


    Keila Redondo

    Raymundo Vianna, uma das lideranças mais atuantes do setor, é atualmente presidente do SINDIJOIAS GEMAS de Minas Gerais e luta há décadas pela redução da carga tributária, especialmente do segmento das pedras coradas brasileiras.

    Fundador da Vianna Brasil, empresa de destaque no segmento de joias de ouro, começou a exportar em 1998, posicionado sua empresa como criadora de peças com pedras coloridas importantes, em combinações vibrantes e solares, voltadas para um perfil de mulher moderna, independente e sofisticada.

    “Mundinho”, como é carinhosamente conhecido entre os joalheiros, falou com exclusividade para este especial de Comércio Exterior. O líder e empresário de sucesso compartilhou com os leitores do InfoJoia as alegrias e os desafios dos mercados estrangeiros, com a experiência de quem está presente em mais de oitenta países, nos quatro continentes.


    InfoJoia: Por que um empreendedor joalheiro deve exportar?

    Raymundo Vianna: A expressão ‘quem exporta é rei e quem importa é bandido’ tem seu  fundo de verdade. Os benefícios tributários são muito maiores que os do mercado interno, este a meu ver é o maior benefício deles.

     

    Como um microempresa do setor reconhece o momento de adentrar ao mercado externo?

    O mercado externo é altamente competitivo e muito exigente, nele só se deve adentrar quando estiver muito bem estruturado em todas as áreas que o mercado exige, qualidade, comprometimento, gestão e estrutura administrativa, estrutura na área de comércio, profissionais qualificados. A improvisação é o fracasso dos que arriscam. 

     

    Como o empresário deve reconhecer que está preparado para exportar?

    Quando ele tiver cumprido os deveres colocados acima, fizer uma prospecção no mercado apresentando o produto. As feiras são locais interessante para este estudo.

     

    Como o empresário joalheiro deve escolher os países de destino de suas exportações?

    Repito: as feiras são locais propícios para isto. Sem um estudo de mercado é difícil ele fazer uma escolha, a não ser quando existe parceiro nos negócios. Aí sim ele pode direcionar melhor o destino desejado.

     

    Como a cultura do país de destino pode influenciar a criação das joias destinadas à exportação?

    Cultura é a base de tudo, portanto a influência é muito grande. Mas isto não impede de tentarmos, o mundo hoje está globalizado, o que favorece a criação de uma joia com a cultura brasileira ser aceita em vários países no mundo. É lógico que consolidar uma marca, um estilo leva tempo, paciência, perseverança e muita determinação. O que falta muito em nós, brasileiros, já que somos muito imediatistas.

     

    Como a equipe de criação deve ser preparada para criar coleções destinadas a outros mercados, que não o brasileiro?

    O primeiro fator é ser de fato um designer (entenda-se designer como um profissional completo e não apenas um desenhista); seguindo, devem estar ligados às tendências e exigências de todo mundo e realizar pesquisas constantes.

     

    Quais as diferenças de vender para os mercados interno e externo?

    O mercado interno e menos exigente que o mercado externo. A diferença vital está na qualidade do produto e no design.

     

    Como se dá a formação de preços das joias destinadas à exportação? Qual a diferença da metodologia para a formação de preços das peças destinadas ao mercado interno?

    A diferença esta na carga tributária. Quando [a joia] é destinada ao mercado interno, a carga tributária é bem mais elevada.


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