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    12/06/14

    O Brasil é nosso!

    Brasilidade é a bola da vez


    Keila Redondo

    O Brasil, criativo que nem a gente, se veste de verde e amarelo, azul e branco para receber a tão esperada Copa do Mundo de Futebol, que começa hoje.
    De olho no momento mercadológico representado por este megaevento esportivo, o IBGM e o Sebrae apresentam uma coleção de suvenires, integrante do projeto Brasil Criativo, composta por peças que exploram nossas características identitárias, nossas cores e destinos turísticos.
    Clique aqui para conhecer as peças.

    Pingente Pássaro BRA, designer Fernando de Melo

     

    Brasilidade
    Os atributos de nossa identidade agregam valor à joalheria brasileira e o Brasil é a bola da vez. Claro que isso está, em parte, relacionado aos megaeventos esportivos que aterrissam no Brasil a partir de hoje e até 2016. Mas apenas em parte.
    A atenção que o mundo inteiro tem dispensado ao B do grupo BRIC pode ser reflexo de uma autoestima que se consolida com a democratização e a aceleração da economia.

    Somos novos como nação. Nestes 514 anos, desde a Terra de Santa Cruz até o país chamado Brasil, estamos construindo nossa identidade como povo e começando a ter discernimento, mínimo que seja, sobre nossas múltiplas origens.

    “O Brasil entendeu que chegou a hora de termos uma identidade própria, que estamos construindo... E a melhor coisa pra isso é trabalhar nossas forças, nossa brasilidade, de uma forma contemporânea”, alerta Geni Rodio Ribeiro, consultora de moda e mercado. Leia mais sobre brasilidade joias e brasilidade clicando aqui.


    Esmeralda brasileira


    Verdes e azuis
    Há sempre muita água e muito verde em cenários brasileiros. E muitas pedras preciosas também. O verde, cor predominante na bandeira do Brasil, simboliza nossas matas e florestas. Somos país de biodiversidade sem par. Temos também uma hidrografia abundante que reflete azuis delicados de um céu de muitas nuvens.

    Temos um patrimônio natural de valor incalculável, incluída aí a maior de todas as florestas: a Amazônica. Dispomos de milhões de metros cúbicos de água doce na forma de rios, lagos e inúmeras quedas d’água. Essas últimas nos possibilitam utilizar majoritariamente a energia hidrelétrica, fonte de baixo impacto ambiental.

    Tanto em nossa flora como em nossa hidrografia habita um tom sobre tom inimaginável de azuis e verdes tropicais, revigorantes. Nosso extenso litoral reflete as cores da mata que margeia boa parte da costa, chamada de Atlântica. Sob o efeito do Sol, a água marinha ostenta faixas que partem de um azul claro e chegam a verdes intensos, profundos: como o “fogo verde” da mais brasileira das esmeraldas.

    Uma profusão de matizes que tingem nosso céu, oceanos, rios e florestas, que simbolizam o meio ambiente e remetem a uma atitude eco, absolutamente contemporânea, cuja referência é a preciosa natureza, que tanto inspira nossos criadores.
    Hoje, a única saída é reinventar uma nova forma de cuidar das fontes das quais provem a vida e a inspiração. A ordem é respeitar o planeta que nos acolhe.

    Brasileiríssimas
    Nesta festa verde-azul, o solo brasileiro parece querer competir com o céu e a flora nos quesitos beleza, diversidade e colorido. Generosa, nossa terra brinda os criadores de joias com uma vasta paleta de gemas de tons azuis e verdes.

    Água-marinha

    Há desde os suaves azuis da água-marinha até o fogoso verde “gota de azeite” das melhores esmeraldas, passando pelo multicolorido das turmalinas. Ajudando a compor esse frenético degradê, temos uma profusão de classes e espécies minerais onde o azul predomina: fluorita, euclásio, apatita, espinélio, iolita e a amazonita. Esta última, também conhecida como “Pedra do Amazonas”, ocorre do verde claro ao azul esverdeado e é considerada sagrada e de alto poder de cura pelos índios.

    Temos ainda os variados verdes da brasilianita, jades, crisoprásios, ágatas e calcedônias, com mais e menos traços de amarelo, outra cor presente em nossa bandeira por conta do ouro de ocorrência farta.

    São gemas verdes e azuis para todos os gostos, com destaque para duas, emblemáticas, bastante empregadas na nossa joalheria. As histórias da esmeralda e da turmalina se confundem com a própria história do Brasil.

    Esmeralda

    Vem do grego smaragdus, utilizado para designar toda e qualquer “pedra verde”. Os cristais da brasileiríssima esmeralda costumam abrigar, no seu interior, os famosos “jardins das esmeraldas”: inclusões cujo efeito visual lembra pequenos raminhos de árvores. São raros cristais absolutamente transparentes, livre de seus jardins de inclusões. Esta bela gema parece irradiar um “fogo verde”. A luz se reflete internamente no cristal da esmeralda em condições propícias para gerar um brilho intenso, como o “fogo” do diamante. Esse brilho intenso e verde que seduz a todos, há mais de 5.000 anos: de Cleópatra a Angelina Jolie. A história do Brasil está bastante atrelada às esmeraldas. O obstinado bandeirante Fernão Dias Paes Leme, chamado de “O Caçador de Esmeraldas”, se jogou em busca destas pedras verdes numa saga cinematográfica que incluiu confrontos com índios e o assassinato do próprio filho natural. Ao menos, Fernão Dias morreu na ilusão da tê-las encontrado. Mas na verdade – constatou-se depois de sua morte – os cristais verdes encontrados por ele em 1674 eram verdelitas - turmalinas de cor verde.

    As ardilosas esmeraldas só se deixaram descobrir em território brasileiro em 1963, em Salininha, na Bahia.

    Turmalina

    Quando o quesito é diversidade de cores, as turmalinas são imbatíveis. Essas gemas se manifestam na natureza em praticamente todas as cores imagináveis. Quando elas chegam com tons azulados provocados por uma maior quantidade de ferro, elas recebem o nome de indicolita. A verdelita apresenta boas quantidades de ferro, cromo e vanádio em sua composição.

    As valorizadas turmalinas Paraíba foram identificadas no final da década de 80 na mina da Batalha, em São José da Batalha, estado da Paraíba. Ganharam fama e valor por conter doses extras de cobre, que causa um efeito elétrico intenso  e confere aos cristais o título de “turmalinas cupríferas”. Seus tons conseguem ser ao mesmo tempo claros e altamente saturados. A turmalina do tipo Paraíba ostenta vívidos matizes azuis claros, verdes-esmeralda, azuis turquesas, azuis “neon”(ou fluorescentes), azuis esverdeados, azuis-safira, azuis violáceos e verdes azulados. Esta variedade apresenta, ainda, boas doses de manganês em sua fórmula.

    Água-marinha

    A água-marinha tem esse nome numa alusão explícita à cor do mar. É uma gema bastante valorizada, ostentando uma coloração que parte do azul claro mais esverdeado ao azul-verde. Conta-se que o estadista romano Plínio identificava as águas-marinhas mergulhando-as no mar. Se eles “desaparecessem” e a olho nu não pudessem ser identificadas quando submersas na água do mar, era porque se tratavam de exemplares legítimos desse berilo do qual o Brasil é grande produtor. Em 1955, um cristal famoso foi encontrado em MG e recebeu o nome de “Marta Rocha”. Pesava 33,9 quilos, tinha 60% de pureza e foi encontrado em 1955.

    Topázio azul

    O topázio azul tem sido bastante empregado na joalheira brasileira na última década, como uma forma mais econômica do que a água-marinha para atender a uma demanda constante de gemas de um azul mais delicado. Os azuis que o topázio pode assumir variam de um tom menos intenso, pouco saturado – chamado de “sky blue” – até o chamado “maxi blue”, ligeiramente arroxeado que lembra a tanzanita. O topázio “swiss blue” remete aos tons da água-marinha. Já o “london blue” tem mais traços de cinza.

    Peridoto

    Os peridotos irradiam matizes de verde que puxam para o verde oliva, decorrendo daí o fato desta pedra ser também chamada de Olivina, nome do grupo mineral ao qual ela pertence, da classe dos silicatos. Ocorre de transparente ao translúcido, tendo brilho vítreo. É tido como símbolo da sabedoria e da pureza e era assim considerado pelos cavaleiros das cruzadas.

    Quartzos

    Da classe dos silicatos, dentre os quartzos de tons esverdeados temos a variedade da prasiolita. Há ainda as chamadas “ametistas verdes”, ametistas que adquirem a cor verde por tratamento e que não devem ser confundidas com a prasiolita natural. 

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