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    ESPECIAL
    04/08/15

    Concorrência global

    Setor joalheiro enfrentará desafios


    Écio Barbosa de Morais, Diretor do IBGM

     

    No ano de 2003 o Brasil exportou US$ 71 milhões em joias incluídos neste indicador os valores provenientes do DEE (Documento Especial de Exportação). No ano passado (2014) este mesmo índice alcançou US$ 81,5 milhões, ou seja, um modesto crescimento de 14,7% em 10 anos. Neste mesmo período, oficialmente, importamos US$ 2,9 milhões em 2003 e, dez anos depois, em 2014 o país atingimos US$ 48 milhões, ou seja, um incremento de 1.500% nas estatísticas. Hoje as importações de US$ 48 milhões já superam as exportações (desconsiderando o DEE) de US$ 28 milhões. No primeiro semestre de 2015 exportamos US$ 33.381 milhões contra US$ 37.213 milhões no primeiro semestre de 2014, ou seja, uma queda de 10% no indicador. No mesmo período as importações de jóias cresceram 50% evoluindo de US$ 17.785 no primeiro semestre de 2014 para US$ 26.650 milhões no primeiro semestre deste ano.  

    Estes dados traduzem de forma dramática as conseqüências da competitividade global e os desafios que a indústria joalheira nacional terá que enfrentar para sobreviver neste ambiente adverso e competitivo.  Todos nós sabemos que grande parte das importações de joias não são formalizadas. Ou seja, os US$ 48 milhões de importações formais representam apenas uma fração do que realmente o Brasil tem importado no segmento de joalheira. Vamos imaginar que o valor oficial de importações corresponda a apenas 20% do valor real que entra no país. Neste caso o volume real de importações seria da ordem de US$ 250 milhões ou R$ 840 milhões, ou algo como de 15% do mercado na ponta do consumo, estimado em aproximadamente US$ 7,0 bilhões.

    Parte desta fatia do mercado interno que foi ocupada pela mercadoria importada pode e deve ser resgatada pela indústria nacional. Esta estratégia de resgate envolve o combate a importação ilegal, mas pressupõe também, um aprimoramento das nossas empresas no sentido da inovação e da modernização da gestão. Custo e o financiamento da aquisição da matéria prima, principalmente ouro e brilhantes, é outro desafio a ser enfrentado. Por fim, e não menos importante, a busca pelo mercado externo tornou-se de vital importância e a inserção das empresas brasileiras no mercado global se dará com o avanço das exportações decorrentes do investimento em produtividade, qualidade, marketing diferenciado, inovação e design. Hoje, com o dólar em franca tendência de valorização, mais do que nunca, exportar é o que importa.


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