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    ESPECIAL
    10/08/16

    Negócio bem gerido

    Confira algumas dicas


    Ana Luiza Ribeiro

    Na semana passada, durante a realização da 63ª FENINJER, no Centro de Eventos do World Trade Center, em São Paulo, uma série de palestras curtas e objetivas, voltada aos lojistas interessados em informação sobre a gestão do comércio, foi apresentada.

    A curadoria foi do Instituto Europeo di Design SP e as apresentações foram feitas por profissionais com ampla experiência de mercado e sólido conhecimento acadêmico, que lecionam no IED.

    Entre os assuntos, foram debatidos:

     

    Como sobreviver em um ambiente hostil, por Marcio Martuscelli – capitão da reserva do Exército Brasileiro, advogado pela Universidade Paulista e sócio-diretor da Offiss Consultoria Empresarial.

    Segundo o especialista, “o segredo da sobrevivência atualmente é fazer uma gestão eficiente dos riscos”. Mas, como? É preciso fazer um levantamento de tudo que o setor joalheiro está passível de correr: assalto, sequestro, fraude, inadimplência, roubo de cargas, incêndio, problemas com o TI, e a partir dai, se prevenir.

    “É importante pensar em tudo. Se o dono for sequestrado, por exemplo, ele é segurado? A empresa continuará funcionando? Se o TI parar, a empresa fez o backup ou jogou os dados para a nuvem?”, explica Marcio, que completa: “Hoje nós temos a tecnologia a nosso favor e ela é fundamental, uma vez que podemos controlar tudo remotamente, desde a segurança ao controle da temperatura e economia de energia”.

     

    Simbologia do Luxo, por Bruno Pompeu – publicitário pela Escola de Comunicação e Artes (ECA-USP), doutor e mestre em consumo, comunicação e semiótica pela Universidade de São Paulo (PPGCOM- USP).

    Desde sempre a joia está ligada a um significado, por exemplo, o que seria da coroa sem a rainha, e vice versa? Na hora de vender uma peça é importante contextualizar, pois assim você estará ligando aquele produto a um conceito, seja amor, responsabilidade, conquista, entre outros.

    Fazem parte da significância das joias:

    1. A joia em si – Leve em conta todos os elementos que constituem a peça.
    2. A joia e seu uso – Considere os elementos práticos no que se refere à função (como um boche, relicário, abotoadura com bússola, por exemplo).
    3. A joia e a cultura – Considere a dimensão simbólica, em seus aspectos de estilo, distinção e pertencimento (textos, animais, religião, categorização e marcação).
    4. A joia e seus rituais – Busca e experimentação / Posse ou Arrumação / Uso ou ostentação / Ressignificação ou descarte.

    “Se o joalheiro conseguir colocar em prática alguns dos pontos citados e alcançar a satisfação, identificação, estilo ou apropriação do seu cliente, ele atingirá o consumo”, finalizou Bruno.

     

    Como sugerir a joia ideal?, por Amanda Iacobucci – formada em Moda pela Santa Marcelina, pós-graduada em Negócios de Joias no IED e gerente de e-commerce e marketing digital na Internet Innovation.

    Nos dias de hoje, quando um consumidor compra uma joia - para si ou para dar de presente -, ele não pensa mais somente na beleza, ele quer ouvir a história que aquele objeto precioso tem para contar. Mas a verdade é que uma parcela muito pequena do setor se preocupa com isso. Se você não sabe como oferecer esse diferencial para o seu cliente, aqui vão algumas dicas:

    “- Instrua sua equipe de vendas sobre os detalhes das peças e datas comemorativas.

    - Ofereça um ambiente e site acolhedor.

    - Externe sempre o DNA da marca, independentemente do canal de vendas.

    - Conheça seu consumidor (para isso pergunte bastante)

    - Agrupe os perfis (clusterização) de seus consumidores para que possa oferecer o produto certo para cada tipo de perfil.

    - Pense na apresentação das peças.

    - Trabalhe os sete sentidos de seu cliente.

    - Trabalhe o boca a boca, pois assim você conseguirá Brandlovers (pessoas que gostam da sua marca), que espalharão a sua empresa para outras pessoas.

    E lembre-se: ‘Único é quem sabe o preço de tudo, mas não dá valor a nada’”, esclareceu a palestrante.

     

    Como efetuar compras assertivas, por Marcia Croce – formada em propaganda e publicidade, pós-graduada em fashion marketing e comunnication e diretora da DGNG (Design & Negócio), consultoria especializada em planejamento estratégico de marcas, design de joias e pesquisas de tendências de consumo e comportamento, com foco na cadeia produtiva.

    Na hora de controlar o estoque para garantir a reposição e aquisição de novas peças sem prejuízo, é preciso tem em mente o seguinte abecedário:

    AAnalise o seu estoque

    B – Analise suas Bandejas

    CConsulte sua equipe de vendas

    D – Evite o Desequilíbrio do estoque

    EEscute o Zeitgeist (espirito do tempo) para estar antenado com as tendências

    F – Mantenha o Foco nas suas necessidades

    G – Analise o Giro do seu estoque (o ideal é girar o valor do estoque em 3 meses)

    H – A Hora de repor os produtos (é preciso prever o tempo de chegada do produto à sua loja)

    I Invista em tecnologia

    J – Cuidado com os Juros

    K – Verifique o Kilate das joias compradas

    L – Cuidado com a Liquidação

    M – Formate seu Mix de produtos (grupo, família ou segmentação)

    NNunca compre por impulso!

    OOrganize as joias por semelhança

    P – Fortaleça a Parceria com seus fornecedores

    QQualidade é fundamental

    RRevise os valores das joias

    SSaiba tudo sobre seu estoque

    TTreine sua equipe de vendas

    U – Evite as Urgências!

    V – Analise o desempenho da sua Vitrine

    W – Invista em um bom softWare de controle de estoque

    X – Vendemos artigos de luXo (tenha cuidado na hora de apresentá-los)

    Y – Seja coerente com o lifestYle da sua marca

    Z Zere os erros!

     

    Como construir marcas queridas, por Caio Esteves – arquiteto e urbanista com pós-graduação em branding.

    “Muito além de serviços e produtos, nós compramos marcas e o seu valor é algo tangível hoje em dia, podendo transcender seu valor real”, afirmou o especialista, que completou: “É importante entender que marca não é logo, identidade visual, loja ou produto. Marca é a percepção íntima de uma pessoa em relação a uma empresa ou produto”.

    Ao contrário do que muitos pensam, não existe uma fórmula secreta para se construir uma empresa querida, mas é possível facilitar esse caminho: “Entenda o que sua marca tem de especial, mas antes disso comece se perguntando se você é mesmo uma marca (às vezes é só um produto). Depois descubra pra quem ela fala e se comunique direito. Quanto mais alinhado você for, mais chances de sucesso terá”, finaliza.

     

    Como se comunicar com o cliente no mundo virtual, por Adriana Costa – mestre em joalheria pela Escola de Joalheria do Instituto de Artes e Design da Universidade Central da Inglaterra e especialista em Gestão de Marketing Digital (Internet Innovation) e em Negócios Internacionais (PUC Minas), com formação em design de produto pela Escola de Design da Universidade do Estado de Minas Gerais.

    Segundo dados divulgados em 2014, 85 milhões de pessoas estão conectadas no Brasil e quanto mais alto o poder aquisitivo, mais elas acessam a internet. Apesar de esse assunto ser recorrente, o setor joalheiro ainda enfrente uma resistência no que diz respeito a compor esse mundo online.

    “A inserção da tecnologia nos negócios, seja ele qual for, não tem volta. Mas ela não é um bicho de sete cabeças como muitos acham. Apesar da maior parte população usar a internet (pelos computadores ou smartphones), e ter revolucionado a forma como se compra, é preciso entender que vender online é uma coisa, estar online é outra - e toda empresa precisa estar online”.

    O setor tem duas opções para se adequar: fazer um planejamento completo de marketing digital para entrar com tudo, ou ir com calma criando apenas um site (institucional, blog ou e-commerce) para que seus clientes te achem ou que sirva para propagação da sua marca. 


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