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    Mercado
    18/05/17

    Crise: o começo do fim

    Indicadores apontam para um segundo semestre mais aquecido. É o momento de reflexão e escolhas sobre o que queremos para o futuro do país


    Por Ecio Morais

     

    “Agora, isto não é o fim. Nem sequer é o começo do fim. Mas é, talvez, o fim do começo”. Insuperável em suas frases de efeito, o então primeiro ministro britânico comemorou a vitória dos aliados em El Alamein, em 1942, contra as forças do eixo, como o inicio do fim da tirania nazista.

    Depois de 03 anos de recessão econômica, o Brasil parece estar presenciando o inicio do fim de uma crise sem precedentes na historia do país. Todos os indicadores sinalizam nessa direção: a inflação em forte queda permite uma agressiva redução dos juros, a balança comercial voltou a bater recordes, o desemprego parou de crescer e o primeiro trimestre do ano registrou um modesto crescimento econômico.

    Tudo isto indica que teremos um segundo semestre mais aquecido, onde as empresas poderão iniciar a recuperação de suas finanças e da capacidade de investimento, retroalimentando a retomada da economia.

    Espero que esse momento trágico em nossa jornada histórica nos leve a uma reflexão sobre que tipo de país nós queremos deixar para a próxima geração de brasileiros. A primeira consideração a fazer é que a missão de construir um Brasil mais próspero, civilizado, menos violento, mais honesto e moderno é de cada um de nós. É tarefa a ser cumprida no dia a dia da vida de todos nós. Chega de furar fila, de levar vantagem em tudo, de não se envolver na política e votar por interesse essencialmente pessoal.

    Ao olharmos para trás não será difícil perceber que, por um bom tempo, o descalabro econômico financeiro, arquitetado pelo governo ao longo dos anos de 2009 a 2014, foi amplamente apoiado pela elite empresarial do país. É como a droga, durante o “barato” todo mundo curte, quando chega a ressaca todos prometem mudar de vida.

    O momento é de reflexão e escolha. As opções adotadas hoje e, particularmente em 2018, determinarão o que será o Brasil nas próximas décadas, algo como a Venezuela ou como a Coréia do Sul. Um país dependente de benesses públicas, afundado em dívidas, ou uma nação orgulhosa de suas empresas sadias, independentes e na fronteira do conhecimento.

    O saudoso embaixador Roberto Campos dizia que há países ricos e abençoados pela natureza, porém vocacionados para serem pobres. Existem também aqueles países sem riquezas naturais como o Japão, a Coréia, dentre muitos outros, que possuem vocação para serem ricos. O Brasil, infelizmente ainda se encontra no primeiro grupo. Só sairemos de lá quando mudarmos nosso jeito de ser e investirmos profundamente em educação e gestão do conhecimento.

    Curiosamente, o governo “golpista”, com menos de 5% de popularidade, em menos de um ano, deu sinais claros de qual o caminho a ser seguido e iniciou uma trajetória que se encontra apenas no “fim do começo”.


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